APENAS UMA QUESTÃO DE CONFIANÇA.
Então...
Quando você me encontrou e nos conhecemos, parecia um "mundo" inacessível.
Foi confiando em mim e permitindo que eu te conhecesse melhor.
Eu ainda com um pouco de medo fui também te permitindo o acesso.
Você foi mais perspicaz! Percebeu logo todas as possibilidades que esta relação poderia proporcionar. Sabia exatamente o que estava fazendo.
Eu que sempre opto pela sinceridade, mas menos experiente, me permiti levar.
Só vi o que eu queria e você me mostrava o melhor de se ver. Eu gostei do que me mostrou.
Que "mundo" intenso é você! Que "mundo" cheio de surpresas"! Que "mundo", por incrível que possa parecer, mais comum!
Eu te coloquei acima do bem e do mal.
Agora eu sei toda a verdade a teu respeito. Agora eu sei tudo.
Mas agora eu descobri também que você não sabe nada sobre mim. Descobri que temos segredos proporcionalmente interessantes de serem compartilhados.
A confiança não se re-estabelece. Ela se constrói no dia a dia, nos pequenos gestos, na história compartilhada.
Tivesse confiado em mim. Eu também estava aos poucos mostrando o "meu mundo". Quase te contei tantas coisas!
Previsão:
Você:
_ Oi, sou eu.
Eu:
_ Eu sei que é você. Eu sei "quem" você é. Mas é tarde. Para tudo...
Fundo Musical: "What more can i say" (Nina Simone) e na sequência: "Depois de ter você" (Adriana Calcanhoto)
3 comentários:
Oi SiSi!!!
Amiga, em palavras distintas nós postamos bem parecido hoje!
Infelizmente as pessoas se desenvolvem emocionalmente de forma híbrida, desconhecendo a si próprias e buscando conviver, ainda que não entendam, com seus medos e sentimentos.
A infantilidade emocional acaba por acarretar a infelicidade pessoal, frustrando e frustrando-se, em relacionamentos que "teriam tudo para dar certo" se as pessoas não tivessem receio de amadurecer enquanto envelhecem.
Por fim amiga, quando deperamos-nos com a realidade, a questão "temporal" mostra-se imponente e soberana: Para alguns, "ainda é tempo...", para outros "...o verbo, a palavra e a emoção perderam-se no passado".
Há que se saber conjugar, comungar e compartilhar de si e o outro...
... enquanto se sente.
Beijos em vc amiga :o)
com carinho
De
Citando Sócrates (sim, porque eu sou chique, benhê): "eu só sei que nada sei"
Minha flor, é muito bonito mesmo o que vc escreveu, contudo, na prática, creio que o que a gente realmente sabe é uma perspectiva do que o outro é, fundada na gente mesmo. Às vezes, os outros não são aquilo que nós vemos, porque vemos com os nossos olhos, e eles podem estar distorcendo o modo como a imagem é, verdadeiramente.
Mas esse "comments" tá mais pra conversa de oftalmologista do que pra conselho de amiga... ai ai ... e o meu heim?!!!! Que se mudou pra Rondônia!!!!!! Ai que saudades.....
beijinhos,
Fabi
Ana e Dê,
Vocês realmente entenderam minha alma, mas:
Fabi,
Odeio quando você me tira do Transe :P
De qualquer forma, agradeço às três. Às duas que entenderam o que eu quis dizer e à cabeçudinha que me fez perceber que de alguma forma eu estou tentando me enganar.
Aiê!!!!
Postar um comentário