SOBRE A LEALDADE
Eu tenho uma certa obsessão por lealdade. Se eu frequento um salão de beleza onde sou bem atendida, certamente nem olharei para outro local, assim como qualquer outro serviço ou loja que eu necessite, se eu tiver um bom atendimento, podem contar que serei cliente fiel.
Nos relacionamentos em geral, também me pauto pela lealdade. Tanto em termos profissionais quanto pessoais. De forma que, é muito difícil pra mim lidar com a traição. Sei que as pessoas são livres para buscar outros empresas, conquistar novos amigos, buscar serviços diferenciados, e eu aceito isto se eu for informada sobre o que está acontecendo. Porquê acredito que todo mundo tem o direito de poder mudar. Por exemplo, digamos que eu preste um serviço que não esteja agradando, tenho o direito de saber para poder melhorar. Caso eu não cumpra, aí a outra parte estará coberta de razão em buscar outra parceria. O mesmo se dá em relação a amizades, nos casos em que eu falhe como amiga, ou magoe alguém, tenho que saber para poder consertar, para não cometer o mesmo erro.
Estive pensando que talvez eu seja uma pessoa um tanto quanto inflexível e que estou sujeita a falhas e erros e que eu não deveria me sentir tão mal quando me sinto traída em relações pessoais ou profissionais. Mas ainda não consigo evitar, porquê a lealdade é um valor que está muito arraigado na minha personalidade.
Acho que às vezes tenho um complexo de Polyana e acredito que todo mundo é bom, que todos são confiáveis, que falsidade não existe. Mas não é bem assim. Contra fatos não existem argumentos e ultimamente alguns fatos têm me mostrado que as máscaras sempre caem. Que um dia, sempre, alguém vai ser vítima de deslealdade.
Eu sempre digo para os meus amigos que eu gosto do meu lado ruim. Claro que eu tenho! Sou humana. Quem me conhece sabe que não sou tão boazinha e que não faço muita questão de esconder quando não gosto de alguém, quando não desejo que certas pessoas não sejam as mais felizes do mundo, enfim, sentimentos feios e mundanos, mas pelo menos ninguém nunca vai ter que dizer que fui falsa. A civilidade é uma virtude, a sociedade é manipuladora e as relações sociais nos exigem aparentar sempre o que as outras pessoas querem que sejamos. Lamento. Ainda não dou conta.
Com isto a maior prejudicada sou eu. Em termos de negócios por exemplo, não sou muito agressiva. Porquê a ética é irmã gêmea da lealdade. E eu respeito até os meus concorrentes. Sempre digo, se me perguntas, quais são so pontos fortes deles.
Bom, talvez hoje eu esteja um pouco sensível. Talvez esteja me sentindo meio vítima e com dó de mim mesma. Talvez (muito provavelmente) algumas coisas que têm me acontecido sejam apenas um reflexo de certas atitudes que tive (ou pior, não tive). Ainda assim, no final, eu contava com a lealdade.
"Seja leal para consigo mesmo. Não altere o seu comportamento apenas para contentar os outros." (Yogaswami)
"A lealdade é um dos pilares que sustentam o real valor do homem." (Textos Judáicos)
Nos relacionamentos em geral, também me pauto pela lealdade. Tanto em termos profissionais quanto pessoais. De forma que, é muito difícil pra mim lidar com a traição. Sei que as pessoas são livres para buscar outros empresas, conquistar novos amigos, buscar serviços diferenciados, e eu aceito isto se eu for informada sobre o que está acontecendo. Porquê acredito que todo mundo tem o direito de poder mudar. Por exemplo, digamos que eu preste um serviço que não esteja agradando, tenho o direito de saber para poder melhorar. Caso eu não cumpra, aí a outra parte estará coberta de razão em buscar outra parceria. O mesmo se dá em relação a amizades, nos casos em que eu falhe como amiga, ou magoe alguém, tenho que saber para poder consertar, para não cometer o mesmo erro.
Estive pensando que talvez eu seja uma pessoa um tanto quanto inflexível e que estou sujeita a falhas e erros e que eu não deveria me sentir tão mal quando me sinto traída em relações pessoais ou profissionais. Mas ainda não consigo evitar, porquê a lealdade é um valor que está muito arraigado na minha personalidade.
Acho que às vezes tenho um complexo de Polyana e acredito que todo mundo é bom, que todos são confiáveis, que falsidade não existe. Mas não é bem assim. Contra fatos não existem argumentos e ultimamente alguns fatos têm me mostrado que as máscaras sempre caem. Que um dia, sempre, alguém vai ser vítima de deslealdade.
Eu sempre digo para os meus amigos que eu gosto do meu lado ruim. Claro que eu tenho! Sou humana. Quem me conhece sabe que não sou tão boazinha e que não faço muita questão de esconder quando não gosto de alguém, quando não desejo que certas pessoas não sejam as mais felizes do mundo, enfim, sentimentos feios e mundanos, mas pelo menos ninguém nunca vai ter que dizer que fui falsa. A civilidade é uma virtude, a sociedade é manipuladora e as relações sociais nos exigem aparentar sempre o que as outras pessoas querem que sejamos. Lamento. Ainda não dou conta.
Com isto a maior prejudicada sou eu. Em termos de negócios por exemplo, não sou muito agressiva. Porquê a ética é irmã gêmea da lealdade. E eu respeito até os meus concorrentes. Sempre digo, se me perguntas, quais são so pontos fortes deles.
Bom, talvez hoje eu esteja um pouco sensível. Talvez esteja me sentindo meio vítima e com dó de mim mesma. Talvez (muito provavelmente) algumas coisas que têm me acontecido sejam apenas um reflexo de certas atitudes que tive (ou pior, não tive). Ainda assim, no final, eu contava com a lealdade.
"Seja leal para consigo mesmo. Não altere o seu comportamento apenas para contentar os outros." (Yogaswami)
"A lealdade é um dos pilares que sustentam o real valor do homem." (Textos Judáicos)
Fundo Musical: "Faz um milagre em mim" (Régis Danese) e "Senhor, eu sei que tu me sondas" (Aline Barros)
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